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	<title>Green Social - portugues</title>
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	<description>Só mais um site Green Social sites</description>
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		<title>Troca de saberes e a transformação social</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Feb 2014 20:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A transferência de conhecimento, em todos os níveis, é a ferramenta mais importante para transformar as sociedades.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A transferência de conhecimento, em todos os níveis, é a ferramenta mais importante para transformar as sociedades. A Green acredita nisso como forma de desenvolvimento das comunidades rurais e periféricas. Para aplicar em nossos projetos essa cultura de compartilhamento do conhecimento o primeiro passo é viver isso intensamente dentro de nossa organização.</p>
<p>No último dia 03 de Fevereiro os colaboradores da Green realizaram uma frutífera troca de saberes. Enquanto  Gaston Kremer, Dream Manager atuante na construção e acompanhamento dos projetos de Bioetanol Social, e Bruno Mallmann, Smile Engineer, responsável técnico de nossos projetos comprometido com o caráter de “closed loop”, compartilharam seus conhecimentos de inglês, Adésio Cordeiro, Clésio Lutz, Rodrigo Lutz e João da Silva, técnicos de solda da fábrica da Green, cederam uma excelente aula de soldagem.</p>
<img class="alignnone size-medium wp-image-859" alt="2014-02-03 15.09.14" src="/wp-content/uploads/2014/02/2014-02-03-15.09.14-300x225.jpg" width="300" height="225" /><a href="/wp-content/uploads/2014/02/2014-02-03-15.27.25.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-860" alt="2014-02-03 15.27.25" src="/wp-content/uploads/2014/02/2014-02-03-15.27.25-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a><a href="/wp-content/uploads/2014/02/2014-02-03-16.04.16.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-861" alt="2014-02-03 16.04.16" src="/wp-content/uploads/2014/02/2014-02-03-16.04.16-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a><a href="/wp-content/uploads/2014/02/2014-02-03-17.03.11.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-862" alt="2014-02-03 17.03.11" src="/wp-content/uploads/2014/02/2014-02-03-17.03.11-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a>
<p>Os conhecimentos de inglês servirão de base para a comunicação durante as viagens de instalação das Mini Usinas, enquanto as técnicas de solda aproximam o staff de planejamento e execução dos projetos. No entanto, não há dúvidas de que o mais importante é o fortalecimento dos laços e a diversão garantida da aprendizagem!</p>
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		<title>Palestra do CVO no Microgerar 2013</title>
		<link>http://green-social.com/pt/2013/09/24/palestra-do-cvo-no-microgerar-2013/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Sep 2013 20:11:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O Microgerar Latino Americano é uma iniciativa para promover o debate sobre a microgeração distribuída de energia elétrica. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Engenheiro Eduardo Mallmann, nosso CVO/CEO, palestrou sobre as Contribuições das empresas no fomento e inovação em Energias Renováveis. O saldo foi muito positivo, além de apresentar o trabalho da Green o evento ainda foi um importante espaço para contatos com <em>stakeholders</em> importantes da América Latina.</p>
<p>O Microgerar Latino Americano é uma iniciativa da RENOVE para promover o debate sobre a microgeração distribuída de energia elétrica no Brasil e países do continente americano. O tema já é uma realidade em muitos países, e no Brasil, apesar de existirem boas iniciativas, o assunto ainda não é tido como uma política pública nacional. Ja houve importantes avanços principalmente depois da Resolução Normativa da ANEEL 482/12, a qual trata da microgeração no país. Mas ainda há muitas dúvidas no setor.</p>
<p>O Microgerar chegou a sua 4a edição ampliando o debate com instituições do continente, onde a microgeração já é realidade e outras que enfrentam dificuldades similares às do Brasil.</p>
<p>Para maiores informações: http://microgerar2013.blogspot.com.br/</p>
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		<title>Embarque de Mini Usina para Nigeria</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Aug 2013 12:37:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bruno</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[No ultimo  dia 30 de Julho ocorreu o primeiro embarque para a África da tecnologia da Green Social Bioethanol. A Mini Usina, com produção de...  <a href="/pt/2013/08/26/embarque-de-mue/" title="Read Embarque de Mini Usina para Nigeria">Read more &#187;</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No ultimo  dia 30 de Julho ocorreu o primeiro embarque para a África da tecnologia da Green Social Bioethanol. A Mini Usina, com produção de 1000 litros de etanol hidratado por dia, será instalada em Ogbomosho, província de Oyo, na Nigéria.</p>
<p>O projeto é uma parceria entre Green, Project Gaia e NABDA. Contando ainda com o apoio da Universidade de Chicago.</p>
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		<title>Congreso Zafranet</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Aug 2013 16:24:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Green participa do  principal encontro do setor sucroalcoleeiro do México]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A convite da Confederación Nacional Campesina &#8211; Cañeros, a Green participou, de 27 a 31 de julho, do 1° Congreso Zafranet. O evento ocorreu na Cidade do Máxico e  em Veracruz.</p>
<p>Esse é o principal encontro do setor sucroalcoleeiro do México. Além de apresentar o Bioetanol Social na ocasião, a Eduardo Mallmann, que representou a Green, também visitou comunidades rurais de Veracruz que  poderiam se beneficiar dos serviços da empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Visita à Nigéria</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Aug 2013 14:17:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Green participa de evento e confere instalação de Mini-usina no país.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 28 de abril e 5 de maio, ocorreu uma visita de avaliação das condições do lugar onde a mini usina da Green será instalada na Nigéria. A inspeção foi feita nas cidades de Abuja e Ogbomosho para determinar ajustes técnicos para que o equipamento fosse transportado e instalado da forma mais ágil possível e sem prejuízo à qualidade.</p>
<p>Além disso, os membros da Green participaram do evento Nigeria Stakeholders Consultation, convidados pela Global Alliance for Clean Cook Stoves. Dentre as soluções apresentadas para o combate a poluição interna devido a más práticas de cozimento dos alimentos, fez-se presente o Clean Cook Stove do Project Gaia. Parceiro da Green nesse e em futuros projetos.</p>
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		<title>Pesquisador indiano visita Green</title>
		<link>http://green-social.com/pt/2013/08/15/pesquisador-indiano-visita-escritorio-da-green/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Aug 2013 19:21:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Dr. Jay Shetty, renomado pesquisador indiano, mostrou grande interesse no conceito do Bioetanol Social e na sua difusão]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dr. Jay Shetty, renomado pesquisador indiano, inventor das enzimas usadas no processo da Mini Usina Green, visitou, no último dia 28 de junho, o escritório da Green em Porto Alegre. Ele incluiu a empresa entre seus destinos na viagem programada ao escritório da Dupont para a América Latina. Além disso, Shetty mostrou grande interesse no conceito do Bioetanol Social e na sua difusão.</p>
<img class="alignnone size-medium wp-image-989" alt="Visit Dr. Jay Shetty" src="/pt/files/2013/08/Visit-Dr.-Jay-Shetty-300x225.jpg" width="300" height="225" />
<p>&nbsp;</p>
<p>Participaram da reunião os colaboradores da Green Eduardo Mallman, Bruno Mallmann, Fabio Vasques, Gaston Kremer. Entre os vários assuntos tratados, o <i>senior research fellow</i> da Genencor colocou à disposição a estrutura da DuPont para a realização de testes de fermentação, elevando o nível de expertise da Green Social Bioethanol, dentre outros acordos que visam estreitar as relações entre as duas organizações. Shetty frecebeu, em 2008, o prêmio de excelência pelo International Fuel and Ethanol Workshop in Nashville.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mini-usina começa a ser instalada</title>
		<link>http://green-social.com/pt/2013/08/14/mini-usina-comeca-a-ser-instalada-na-guiana/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Aug 2013 21:13:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[No mês de maio ocorreu a primeira fase de instalação da mini-usina da Green na Guiana. ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No mês de maio ocorreu a primeira fase de instalação da mini-usina da Green junto à Guysuco na Guiana. Esta fase é uma prévia ao processo que sucederá e que também irá envolver a empresa canadense Whitefox.</p>
<p>O governo da Guiana tem o objetivo de iniciar um processo de auto-suficiência energética. Por essa razão, buscou uma solução energética com a Green, que através do seu Bioetanol Social, poderá ser misturado à gasolina e diminuir os gastos com importação de combustível.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Visita ao Haiti busca alternativas para Clean Cook Stoves</title>
		<link>http://green-social.com/pt/2013/08/12/visita-ao-haiti-busca-alternativas-para-clean-cook-stoves/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 Aug 2013 19:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[O objetivo principal da visita foi construir um projeto para gerar bioetanol.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A última semana de abril, Eduardo e Bruno Mallmann estiveram no Haiti nas cidades de Leogane, Portauprince e Lagonave. Lá, a Green buscou estreitamento de relações com a Simact Foundation, que trabalha em parceria com comunidades para ajudar os haitianos a resolver problemas crônicos de pobreza, desigualdade e subemprego através de iniciativas sociais, econômicas e ambientais, proporcionando soluções sustentáveis.</p>
<p>O objetivo principal da visita foi, através dessa parceria, construir um projeto para gerar etanol para os Clean Cook Stooves que, por sua vez, visa mobilizar a adoção universal de fogões e combustíveis limpos. O projeto conta com apoio do empreendedor haitiano, Fritz Clairvil, que trabalhou por muitos anos em Wallstreet.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Da manipueira ao etanol</title>
		<link>http://green-social.com/pt/2013/08/09/da-manipueira-ao-etanol/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Aug 2013 13:34:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pt</dc:creator>
				<category><![CDATA[Projetos]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma série de testes de produção de etanol a partir de manipueira foram realizados de maneira bem sucedida na fábrica da Green em São Vicente...  <a href="/pt/2013/08/09/da-manipueira-ao-etanol/" title="Read Da manipueira ao etanol">Read more &#187;</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="/pt/files/2013/08/Visita-AIMSC.jpg"><img class="alignleft" alt="Visita AIMSC" src="/pt/files/2013/08/Visita-AIMSC-300x225.jpg" width="300" height="225" /></a>Uma série de testes de produção de etanol a partir de manipueira foram realizados de maneira bem sucedida na fábrica da Green em São Vicente do Sul/RS em abril deste ano. A substância foi disponibilizada pela AIMSC (Associação da Indústria de Processadores de Mandioca em Santa Catarina) e foi transportada desde Sangão/ SC até São Vicente.</p>
<p>Ação teve por objetivo final a implantação de um projeto junto à Associação para transformar a manipueira (passivo ambiental da produção de farinha de mandioca) em etanol. Estiveram presentes na visita Cloudo Rocha e Helton da Silva da AIMSC.</p>
<p>Os resultados foram ótimos, com produção em torno de 21 litros de etanol a cada 1000 litros de manipueira.</p>
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		<title>Mandioca em risco</title>
		<link>http://green-social.com/pt/2013/05/10/praga-destroi-mandioca/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 May 2013 14:48:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Vírus danifica raízes de alimento que é uma das principais fontes de energia para africanos]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Originalmente publicado em G1</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Estamos enfrentando uma tragédia humana&#8221;, diz o pesquisador Calir Hershey a respeito de uma doença que tem o potencial de ameaçar a subsistência de 300 milhões de pessoas na África.</p>
<p>Não se trata de uma pandemia, mas, ainda assim, é algo que pode ter consequências devastadoras à humanidade.</p>
<p>A doença do listrado castanho da mandioca, ou CBSD (Cassava Brown Streak Disease, em inglês), avança a taxas alarmantes no oeste da África e, segundo especialistas, pode também afetar a América Latina.</p>
<p>Depois do milho e do arroz, a mandioca é a fonte de energia nutritiva mais importante do mundo. Na África, alimenta e garante a renda de 300 milhões de pessoas.</p>
<p>Ainda que tenha origem latino-americana, seu cultivo foi promovido durante anos no continente africano como uma fonte de nutrição segura, por sua tolerância a secas e a solos pouco férteis.</p>
<p>&nbsp;</p>
<a href="/pt/files/2013/05/mandioca.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-928" title="" src="/pt/files/2013/05/mandioca.jpg" alt="" width="304" height="171" /></a>
<p><strong>&#8220;Desastroso&#8221;</strong><br />
Agora, porém, especialistas advertem que a doença do listrado castanho, provocada por um vírus, pode resultar em quedas de 50% na produção de mandioca na África, com consequências fatais.</p>
<p>&#8220;Já há estragos no leste africano, e (a doença) avança rumo ao oeste&#8221;, disse Hershey à BBC Mundo. Ele é diretor do programa de pesquisas da mandioca no Centro Internacional de Agricultura Tropical, na Colômbia. &#8220;Se (o vírus) alcançar os grandes países produtores do oeste da África, como Nigéria e Gana, será absolutamente desastroso&#8221; para milhões de famílias, agregou.</p>
<p>Deter esse avanço é justamente o motivo de uma conferência na Itália, nesta semana, que reuniu especialistas de todo o mundo. Mas como impedir o avanço de um inimigo quase invisível?</p>
<p><strong>Um câncer sem sintomas</strong><br />
A doença foi descoberta em 1935, na costa leste da África, e durante várias décadas foi tratada como um problema menor. Com o tempo, a propagação de cultivos da mandioca e o desenvolvimento de novas linhagens mais agressivas do vírus, o problema foi se agravando.</p>
<p>Um dos grandes problemas do vírus é que os agricultores só percebem que sua plantação foi danificada quando já é tarde demais. Os sintomas só aparecem nas raízes, que é justamente o que é consumido.</p>
<p>&#8220;Só na colheita, quando a raiz é cortada, é possível notar partes podres. Em casos severos, toda a raiz está podre, completamente inutilizável&#8221;, afirmou Hershey.</p>
<p>Atualmente, nenhuma das variedades da mandioca é resistente ao listrado castanho, explicou ele. &#8220;No momento, há poucos mecanismos ou práticas conhecidas para controlar o vírus.&#8221;</p>
<p><strong>Perigo para a América Latina</strong><br />
O vírus é transmitido por uma mosca branca, e o aumento das temperaturas globais propiciou o aumento da população desses insetos.</p>
<p>Segundo Hershey, os especialistas do setor estão &#8220;bastante preocupados&#8221; com a possibilidade de a doença chegar à América Latina &#8211; apesar de rígidas regras de quarentena ao transporte de sementes de mandioca, ou de qualquer outra semente.</p>
<p>&#8220;Mas há gente que leva sementes em malas, então nunca se sabe&#8221;, disse ele. &#8220;Isso é uma grande fonte de preocupação para nós, e queremos tomar medidas preventivas para que, se a doença chegar, estejamos preparados.&#8221;</p>
<p>No momento, o risco não parece alto, já que a mosca transmissora não é vista em plantações latino-americanas. Mas os especialistas detectaram a presença do inseto no Caribe, mostrando que ela tem o potencial de chegar às zonas produtivas na América do Sul, como Brasil, Paraguai e Colômbia. &#8220;Temos que supervisionar os movimentos tanto do vírus como do inseto. É preciso estar muito atento a isso&#8221;, concluiu Hershey.</p>
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