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	<title>Green Social - portugues &#187; Histórias</title>
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	<description>Só mais um site Green Social sites</description>
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		<title>Nigéria &#8211; Bioetanol para transformar</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 18:38:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Green</dc:creator>
		
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Na Nigéria, cerca de oito milhões de produtores rurais vivem da plantação de mandioca. Anualmente, em torno de 38 milhões de toneladas do alimento são colhidos, mais do que em qualquer outra nação. Além disso, o local também é um grande produtor de caju. O centro de cultivo desses produtos está ao sudeste do país, em Ogbomosho, uma cidade do estado de Oyo. Lá, está localizado o centro de biocombustíveis da Agência Nacional de Desenvolvimento de Biotecnologia da Nigéria (NABDA), com a qual foi acordada a instalação das Mini Usinas Green.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="/wp-content/uploads/2012/05/nigeria-project-gaia-comp1.jpg" alt="" width="620" height="258" /></p>
<p>Com capacidade de produzir mil litros de Bioetanol por dia, a Mini Usina faz uso das plantações locais. O projeto será piloto na produção de combustível para o uso em fogões nas comunidades rurais dos arredores de Ogbomosho. Posicionado ao lado dos campos de mandioca e árvores de caju, o equipamento utiliza, para a produção do Bioetanol,a produção excedente de mandioca e da fruta do caju, que é posta fora quando sua castanha está madura.</p>
<p>O projeto é pioneiro na Nigéria e um dos primeiros em todo o continente africano. Além da microdestilaria, a NABDA trará mil fogões movidos a Bioetanol, os <a href="/pt/graphic/cozimento-limpo/">CleanCookstoves</a>. Tal equipamento foi desenvolvido para ser seguro e eficiente, e foi considerado o ideal para ser usado na África pelo projeto Gaia, uma organização sem fins lucrativos dedicada à promoção do uso de biocombustíveis e parceira do governo no objetivo de desenvolver socioeconomicamente as áreas rurais do país.</p>
<img class="aligncenter" src="/wp-content/uploads/2012/05/cassava_plantation1.jpg" alt="" width="797" height="528" />
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, o uso do Bioetanol trará dois grandes benefícios aos produtores e moradores locais. Os efeitos da poluição causada pela queima de madeira e querosene dentro das casas serão em grande parte reduzidos (essa prática oferece grandes riscos a mulheres e crianças, que podem morrer devido à inalação da fumaça), e serão criados mercados novos e estáveis para os produtores rurais de mandioca e caju. Ou seja, enquanto os fogões estabelecem o Bioetanol como uma fonte de renda estável, o combustível da microdestilaria fornecida pela Green satisfaz a necessidade das comunidades locais por alternativas mais modernas nas lidas caseiras. Além disso, o gerador que abastecerá a usina poderá fornecer energia elétrica para pequenas instalações.</p>
<p>Com o tempo, a vasta utilização do Bioetanol ajudará a estabilizar o preço da mandioca. Além disso, a NABDA acredita que, com o aumento da capacidade de produzir o combustível, o país irá atingir uma estabilidade energética, além de fortalecer as comunidades rurais. Tal estratégia passa pela redução da dependência da importação de combustíveis derivados do petróleo através da capacidade de produzir o Bioetanol em pequena escala.</p>
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		<title>Haiti &#8211; Nova energia reergue fábrica</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 18:29:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Green</dc:creator>
		
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Localizado a oeste da República Dominicana, entre o mar do Caribe e o Oceano Atlântico, o Haiti foi a primeira república negra a declarar independência, em 1804. Contudo, o país sofre com uma história de violências políticas e sociais e, hoje, é considerado o mais pobre do ocidente. Recentemente, um terremoto de magnitude 7.0 devastou seu território. Em janeiro de 2010, a catástrofe, considerada a pior dos últimos 200 anos na região, matou cerca de 300 mil pessoas e deixou em torno de 1 milhão desabrigadas. Nesse contexto, o Bioetanol Social apareceu como nova alternativa para reerguer parte da comunidade.</p>
<img class="alignnone size-full wp-image-398" src="/pt/files/2012/05/haiti-newbeatphoto.jpg" alt="" width="640" height="426" />
<p>Porto Príncipe, capital do Haiti, foi praticamente toda destruída e a economia do país, já debilitada, teve 7,8 bilhões de dólares em prejuízo. O açúcar, principal produto de exportação da região e herança dos tempos coloniais, já vinha caindo em valor no mercado, deixando de ser viável economicamente. O terremoto veio a piorar a situação, causando perda generalizada de empregos. Em Dessaline, nas proximidades de Les Cayes, uma das principais fábricas de açúcar da região fechou as portas e, com isso, pôs inúmeros funcionários na rua.</p>
<img class="alignnone size-full wp-image-401" src="/pt/files/2012/05/Les-Cayes-por-The-Global-Ophan-Project1.jpg" alt="" width="620" height="330" />
<p>Com o objetivo de retomar seus negócios e criar novos empregos para seus trabalhadores, Jean François Hibbert, proprietário da fábrica de açúcar, encontrou na Green Social Bioethanol o parceiro ideal na construção de estudos que possam viabilizar uma nova realidade. Tanto é assim que os membros da iniciativa haitiana foram selecionados na Competição Inovação para a Energia no Caribe IDEAS, do Banco Interamericano de Desenvolvimento.</p>
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		<title>Sergipe &#8211; Produção de mandioca é renda</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 18:29:15 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Em Campo do Brito, no estado brasileiro de Sergipe, está localizada a Coofama (Cooperativa dos Produtores de Farinha de Mandioca). Hoje, a entidade conta com 54 cooperados, entre agricultores familiares da região. Esses pequenos produtores têm na cooperativa uma fonte de renda garantida, vias para escoamento de sua produção e certeza de recebimento. Além disso, a participação na cooperativa garante acesso a tecnologias que oferecem produtividade e eficiência. Nesse contexto, a Green Social Bioethanol é uma das parceiras da Coofama.</p>
<img class="alignnone size-full wp-image-403" src="/pt/files/2012/05/cassava-3-DMahendra.jpg" alt="" width="620" height="310" />
<p>A cooperativa produz farinha de mandioca através da plantação de manivas adequadas ao solo da região. Dessa maneira, elas se propagam rapidamente, em uma câmara especial, crescendo livre de pragas e doenças. Através de técnicas especiais de manejo, contenção de encostas, produção e beneficiamento, a média de produção desses pequenos agricultores passou de 9t/ha para 20t/ha de mandioca, com picos de até 68t/ha em algumas propriedades.</p>
<img class="alignnone size-full wp-image-404" src="/pt/files/2012/05/Mandioca-por-Prilifish.jpg" alt="" width="620" height="392" />
<p>O subproduto desse processo é a manipueira, substância proveniente da compressão da mandioca. Essa substância, se descartada diretamente no solo, causa sua degradação e contaminação. Além disso, um terço do amido da mandioca permanece na manipueira e são produzidos, em média, 500.000 lt desse subproduto por mês. A proposta da Green para a Coopatan é a criação de uma alternativa de renda através do aproveitamento da manipueira na produção de álcool.</p>
<p>O objetivo é instalar a Mini Usina para a transformação desse passivo ambiental em algo útil através do seu uso na produção de Bioetanol Social. Entre as possibilidades está a fabricação de álcool de limpeza 45ºGL, que pode render o dobro, na forma de etanol 95ºGL.</p>
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		<title>Guiana &#8211; Cana vira aditivo para gasolina</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 18:20:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um dos objetivos do governo da Guiana tem sido o pagamento total da dívida externa, que já é metade do valor que apresentava no início...  <a href="/pt/story/guiana-bioetanol/" title="Read Guiana &#8211; Cana vira aditivo para gasolina">Read more &#187;</a>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos objetivos do governo da Guiana tem sido o pagamento total da dívida externa, que já é metade do valor que apresentava no início dos anos 1990. Contudo, a importação de petróleo para suprir necessidades energéticas tem onerado o país e dificultado o restante desse pagamento, assim como impossibilitado grandes investimentos para a população. Com o objetivo de iniciar um processo de auto-suficiência energética, o governo buscou uma solução energética com a Green, que através do seu Bioetanol Social, poderá ser misturado à gasolina e diminuir os gastos com importação de combustível.</p>
<img class="alignnone size-full wp-image-406" src="/pt/files/2012/05/Guiana-por-Mike-Cogh.jpg" alt="" width="640" height="370" />
<p>Localizada na América do Sul, a República da Guiana totaliza 214,969 km² de território e tem como principais produtos de sua economia o açúcar, a extração do ouro, da bauxita e da madeira, a pesca de camarão e a plantação de arroz. Tais elementos representam quase 60% do Produto Interno Bruto do país. Em parceria com a Green Social Bioethanol, a Guyana Sugar Corporation (GuySuCo), localizada na capital Georgetown, agregará à sua produção de açúcar através do cultivo de cana, também a destilação de álcool.</p>
<p>As Mini Usinas da Green serão instaladas para a produção de bioetanol anidro, álcool especialmente desenvolvido para servir como aditivo em combustíveis, sendo composto por 99,5% de etanol puro e 0,5% de água. A gasolina recebe 22% do produto para substituir o chumbo, elemento químico venenoso e prejudicial à saúde e ao meio ambiente. Este tipo de etanol é menos poluente e, se for adicionado na proporção correta, não afeta o desempenho de motores. Ademais, através dessa iniciativa, o governo pretende que parte da arrecadação com combustíveis fique no país para desenvolvimento interno.</p>
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